segunda-feira, janeiro 19, 2015

Decreto de Sartori atinge médicos do IPE
Anderson Rodrigues18:44 0 comentários


O sul está congelado. Mas não se trata de uma frente fria ou de um inverno precoce no Rio Grande do Sul, mas sim de um decreto do Governador Sartori de congelar vários setores da sociedade gaúcha, como a Segurança Pública, a questão cultural e agora o pagamento dos médicos do IPE.

Por tempo indeterminado, está suspenso o pagamento de consultas médicas a profissionais credenciados pelo Instituto de Previdência do Rio Grande do Sul (IPE). O IPE divulgou comunicado informando que as notas de cobrança transmitidas entre os dias 1º e 20 de dezembro e consultas médicas entre 13 e 31 de dezembro de 2014, que deveriam ter os pagamentos efetuados na sexta-feira, tiveram os repasses cancelados devido ao decreto do governador José Ivo Sartori, que adotou ações de contenção de gastos. 

Usuários do IPE correm o risco de ficar sem médicos credenciados


O número de atendimentos nos consultórios médicos através do convênio chega a 30%. A assistência não será suspensa na prática, em especial, em função do vínculo existente com os pacientes. Entretanto, caso não haja outra solução, os profissionais poderão se descredenciar do instituto, através do qual cerca de um milhão de pessoas recebe atendimento. 
De acordo com a assessoria de imprensa do IPE, o diretor-presidente Valter Morigi está em compromissos durante o dia e só irá se pronunciar sobre o caso a partir desta terça-feira, 20. Através de nota, a diretoria do IPE afirmou que solicitou à Secretaria da Fazenda que considerasse a excepcionalidade dos gastos com saúde e liberasse o orçamento, uma vez que existe recurso em caixa para efetuar o pagamento dos serviços. 

Congelamento afeta o setor cultural

Produtora de filmes pelotense Moviola é uma das prejudicadas com o cancelamento

Causou polêmica e espanto o cancelamento, pela Fundação Cultural Piratini, de um edital de chamamento para a seleção de séries de TV de produtoras do Rio Grande do Sul. Em uma cidade com produtoras e duas faculdades de Cinema na UFPel, a medida é tida como um retrocesso. Trata-se de mais uma consequência do decreto do governador José Ivo Sartori com o intuito de cortar despesas no governo estadual - através dele, órgãos públicos como a TVE são proibidos de promover gastos através de novas contratações. Leia mais!

Fonte: Correio do Povo e Diário Popular


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Sobre o autor Anderson Rodrigues é Bacharel em Comunicação Social e graduando em Letras - Revisão e Redação de textos.

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