segunda-feira, agosto 15, 2011

LUTA CLASSISTA
Anderson Rodrigues12:32 0 comentários


 Por Dagoberto Valteman
Leitores e postadores de noticias, artigos e comentários no site da ASSTBM, alguns também aconpanham o meu blog. Tenho as mesmas dúvidas e dificuldades que os senhores, porém aprendi e acostumei a ver a situação com outros olhos. Somos forjados para ser “militares” e não sindicalistas, o que nos dificulta muitas vezes o entendimento de certas situações de negociação. Exercer liderança classista não é fácil, pois temos nas mãos o destino de uma categoria inteira de trabalhadores e as decisões tomadas na conhecida 'asembléia Geral” que não é tão geral assim sempre desagradam a maiora, o que pode significar um “tiro no pé”. Aos olhos externos é fácil agitar, fazer passeatas ou entrar em greve. Tudo isso depende de verba, organização, planejamento e autorização da tão propagada “Asembléia Geral” que nunca chega aos 20% da categoria por causa da escala de serviço, do tão famigerado bico, de outros interesses ou até falta de vontade de comparecer. 

O dirigente classista carrega a culpa do resultado de toda a negociação, se fechar um acordo será condenado porque apesar de bom poderia ser melhor, ou porque foi um péssimo acordo. A realidade é uma só, só condena quem não participa pois pode dizer; Que Assembléia Geral? Eu nem tava lá, eu não sabia, não me convidaram, como decidiram? Claro que antes de comentar tudo isso vai perguntar: O que deu lá?o que decidiram? Ah, isso não vai dar em nada. Então, para consolar todo e qualquer um de nossos líderes classistas; o fato é simples, Independentemente de terem feito uma boa negociação o veredito é único: CULPADOS!!!!!. Ainda bem que para compensar os negativists ou desestimuladores, temos aqueles colegas que estão sempre a postos, participam e reforçam as fileiras em toda e qualquer manifestação levando no peito o amor pela profissão e a grande esperança que tudo vai dar certo, alias há muito tempo carrego essa esperança;
Não vou culpar ninguém porque conheço as dificuldades e entendo o esforço desprendido em defesa da classe, mas em negociação salarial realmente devemos tratar somente de salários deixando outros itens para outra etapa, até porque o assunto surge naturalmente em uma mesa de negociação. Só posso sugerir que todas as associções em uma só voz solicitem: REAJUSTE JÁ!!!!
O texto acima é de autoria de:
Dagoberto Valteman-2º Sgt RR BM
Jornalista -  Registro MTE 15265

Sobre o autor Anderson Rodrigues é Bacharel em Comunicação Social e graduando em Letras - Revisão e Redação de textos.

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